Doença é caracterizada basicamente por tremor de repouso, tremor nas extremidades, instabilidade postural, rigidez de articulações e lentidão nos movimentos

Em alusão ao Dia Mundial de Conscientização da Doença de Parkinson, a médica Eliza Maria Queiroz promoveu uma palestra sobre o tema para colaboradores e pacientes da Policlínica Estadual da Região do São Patrício – Goianésia. O Parkinson é uma doença degenerativa do sistema nervoso central, crônica e progressiva.

Segundo Eliza, com o envelhecimento, todos os indivíduos saudáveis apresentam perda das células nervosas que produzem dopamina. Algumas pessoas, entretanto, perdem essas células num ritmo muito acelerado e, assim, acabam por manifestar os sintomas da doença.

“Os principais sintomas da doença de Parkinson são a lentidão motora, a rigidez entre as articulações do punho, cotovelo, ombro, coxa e tornozelo, os tremores de repouso notadamente nos braços e mãos e geralmente predominantes em um lado do corpo, desequilíbrio, diminuição do olfato, alterações intestinais e do sono”, explica a médica.

A profissional destaca que o tremor da doença é característico. Ele é mais evidente ou exclusivo quando a mão do paciente está parada, quando o paciente está sentado, seja quando ele está em pé com os braços relaxados.

“Não há como prevenir a doença de Parkinson com os recursos disponíveis atualmente, mas tem tratamento e geralmente seus sinais e sintomas tem boa resposta a medicação. No Brasil, números não oficiais apontam para pelo menos 250 mil portadores. Seja no Brasil ou em qualquer país do mundo, trata-se da segunda doença neurodegenerativa mais comum”, finaliza.

Ajustar fonte